(Tribalistas - Velha Infância [instrumental])
Quero me colorir do teu amarelo
Para assim ser peito aberto,
Nu e descoberto -
Para assim ser peito aberto,
Nu e descoberto -
Desabrochar minhas pétalas sob o sol
E seguir seu caminho celeste
De calor e sentidos libertos.
Quero encontrar tesouros secretos
Nas linhas das tuas mãos
E explorar o dourado trajeto
Que percorre a tua pele,
Vivendo de te fazer
Carinhos singelos e vãos.
Quero te adorar como os pagãos:
Fazer de você o meu templo,
Morada sublime dos meus desejos -
Meus anseios loucos e sãos;
Erigir com você as colunas do tempo,
Viajar ao espaço,
Explorar as estrelas
E virar um divino mormaço.
Quero ser com você
A conjuntura completa:
A solda, o ferreiro e o aço.
Quero ser ternura e abraço -
Ter a doçura excessiva da gente
Que não teve um só dia incontente,
E manter a energia de criança inocente
Que de toda alegria faz estardalhaço.
Quero ser como uma miragem
Que em meio ao deserto
Se materializa em oásis,
Mas também as várias fases
De um rio em sua longa viagem:
Ser corredeira, remanso
E seguir seu caminho celeste
De calor e sentidos libertos.
Quero encontrar tesouros secretos
Nas linhas das tuas mãos
E explorar o dourado trajeto
Que percorre a tua pele,
Vivendo de te fazer
Carinhos singelos e vãos.
Quero te adorar como os pagãos:
Fazer de você o meu templo,
Morada sublime dos meus desejos -
Meus anseios loucos e sãos;
Erigir com você as colunas do tempo,
Viajar ao espaço,
Explorar as estrelas
E virar um divino mormaço.
Quero ser com você
A conjuntura completa:
A solda, o ferreiro e o aço.
Quero ser ternura e abraço -
Ter a doçura excessiva da gente
Que não teve um só dia incontente,
E manter a energia de criança inocente
Que de toda alegria faz estardalhaço.
Quero ser como uma miragem
Que em meio ao deserto
Se materializa em oásis,
Mas também as várias fases
De um rio em sua longa viagem:
Ser corredeira, remanso
E, afinal, estuário.
Pois vocé é o meu descanso,
O meu santuário:
Pois vocé é o meu descanso,
O meu santuário:
Contigo eu vazo no mundo
E me deixo fluir,
Me amarelando
Num mergulho profundo
E me deixo fluir,
Me amarelando
Num mergulho profundo
Rumo ao poente,
Sabendo que o mar
Há de ser meu porvir.
Sabendo que o mar
Há de ser meu porvir.
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